Cobre: a peça chave da economia verde!

Cobre: a peça chave da economia verde!

O cobre, foi provavelmente o primeiro material minerado e possivelmente trabalhado pelo homem. Acredita-se que foi descoberto por volta de 9000 a.C, no Oriente Médio, e seu emprego possibilitou um progresso para as civilizações mais antigas, que evoluíram da idade da pedra para o bronze.

Basicamente, foi um dos pilares da velha economia, o cobre desempenha um papel crucial na nova economia verde. Você sabia que os cabos feitos do metal ainda são um dos principais meios econômicos de transmitir eletricidade de fontes solares e eólicas? Sendo ainda, um material fundamental em estações de recarga e nos veículos elétricos. Segundo analistas do Goldman Sachs, o cobre permite que não ocorra descarbonização sem a presença dele, chamando o cobre como o “ novo petróleo”.

A expectativa é que com a demanda de energia verde, dentro da década atual, a procura pelo cobre aumentará em cinco vezes, levando o produto a uma escassez significativa, prevista para começar nos meados da década de 2020, de acordo com um relatório de Nicholas Snowdon, analista commodities do Goldman. Nicholas vê o cobre antigindo um patamar econômico bem mais elevado que o comum. O estrategista de commodities do Bank of America, Michael Widmer, acha que o preço pode chegar num valor mais estratégico que o comercializado.

O crescimento da economia verde depende diretamente da produção e fornecimento de metais e minerais como o cobre, lítio, cobalto, nióbio e uma série de outras matérias-primas que são extremamente necessárias. Com isso, é possível perceber a importância da mineração ser apoiada e incentivada em território brasileiro e em outros países, justamente para assegurar uma oferta contínua dos minérios necessários para a economia verde.

As minas de cobre produzem anualmente cerca de 20 milhões de toneladas de minério concentrado. Países como Chile, Peru e China configuram entre os maiores produtores de minério e juntos são responsáveis pela metade da produção mundial. O brasil é responsável por quase 7% da produção mundial de cobre e minério. Segundo dados da ANM, em 2020, as minas brasileiras produziram cerca de quase 2 milhões de toneladas, sendo 75% dessa demanda correspondente ao minério de cobre e 25% na forma de sulfetos. Cerca de 10% das importações minerais brasileiras em 2020, em dólares, corresponderam a produtos de cobre.

A demanda relacionada com a energia verde, apenas 3% do uso do cobre em 2020, podendo chegar até 16% até 2030, estimam os analistas do Goldman. A China tem um peso enorme na equação, já que é responsável por cerca da metade da demanda mundial.

Para entender um pouco mais essa demanda, um veículo elétrico , por exemplo, contém quatro vezes mais, cerca de 80 quilos, de cobre do que um veículo com motor a combustão interna. As usinas eólicas em terra usam cerca de quatro vezes mais cobre do que as usinas movidas a combustíveis fósseis por megawatt de eletricidade. Os parques eólicos no mar, contam com uma intensidade bem maior em cobre, visto que, precisam de cabos de cobre grossos para transmitir energia para a terra.

Por fim, há um número limitado de boas reservas no mundo, e os prazos de entrega para novos projetos podem se estender de seis até oito anos, devido ás análises de licenciamento e ambientais. Mas acredita-se que com um bom potencial de alta de longo prazo, sendo assim, ainda há tempo para investir no setor cobre.

No campo do cobre, a Usi Bronze tem total campo de fala. Trabalhando apenas com o material de qualidade, e com matérias-primas de extrema qualidade e resistência. Investir na nossa liga metálica é proporcionar ao projeto qualidade e confiança.

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